sábado, 11 de abril de 2026
As charmosas magrelas
quarta-feira, 8 de abril de 2026
O incontestável fascínio da Natureza
– Vem aqui na janela... olha que lindo, amor! Um arco-íris!
– Ah! Que demais! Quer fazer uma foto?
– Não, vamos ficar aqui só admirando!
– Ah... o incontestável fascínio da Natureza! Isso é o que temos de mais precioso!
– Precioso é admirar um arco-íris na sua companhia, amor!
sábado, 4 de abril de 2026
A adorável Torre
Além do tema central ter me conquistado, gostei muito do trabalho impecável do ator Roman Duris interpretando Eiffel e da atriz Emma Mackey, como Adrienne Bourgès. Os dois vivem um romance, que mesmo ficcional, funciona como um tempero a mais ao enredo! Destaco ainda a fotografia e a reconstrução da época, que nos transportam imediatamente à "Cidade Luz"!
Claro que até gostaria de ver mais detalhes da biografia e da trajetória profissional de Gustave Eiffel, mas pra isso podemos pesquisar (até fiz isso depois de assistir ao filme... rsrsrs). Ah! Se você se interessa pela Torre e por um bom romance, recomendo! Adorei! :)
* As fotos que ilustram esse texto são dois dos inúmeros registros que fiz durante a viagem... rsrsrs... Fiquei impressionada com a beleza da construção, não subi para ver a famosa vista da cidade, mas da próxima vez espero ter esse prazer! Foi muito divertido e inspirador caminhar pelas belas ruas de Paris!
quarta-feira, 1 de abril de 2026
Uma bela surpresa
Sua mania de sentar nesse banco todos os dias… ah… nem sei se isso é mania ou é sua hora de prazer, todos têm a sua e se não têm, procurem. É muito bom pensar em pessoas queridas, em momentos bons. Afinal, todos os dias temos momentos bons, basta abrirmos a mente!
Ainda que a paisagem, a luz do Sol, as árvores e tudo à sua volta sejam encantadores... hoje, inexplicavelmente, ele começa a prestar atenção no banco, pois é… o companheiro onde descansa o corpo, enquanto sua alma viaja pelos pensamentos. E fica mais impressionado ainda por nunca ter reparado nas inscrições que marcam o assento do querido banco.
Há tantos anos ele fazia aquele verdadeiro ritual de contemplar a natureza sentado ali que aquele cantinho parecia ser só seu e de suas lembranças, mas pelo jeito parece ser de outras pessoas também. Ao mesmo tempo em que se incomoda com os rabiscos sujando seu assento preferido, fica curioso para ler o que dizem.
Várias datas e letras entrelaçadas, algumas dentro de corações… que bonito! Certamente, são as iniciais de casais apaixonados! Neste momento, uma brisa balança os galhos da árvore e algumas flores minúsculas começam a se espalhar pela grama. Ele olha para cima admirando a chuva de florzinhas douradas e acaba esquecendo por uns instantes dos rabiscos.
Revoadas de passarinhos e o canto de um sabiá laranjeira ao longe deixam tudo ainda mais mágico... pelo menos, aos olhos dele, que troca qualquer coisa para estar ali perto da Natureza e de coisas belas, como a joaninha que pousa em seu joelho por um instante.
Distraído, ele coloca a mão no banco, sente as ranhuras e se pergunta como puderam machucar assim a madeira de seu companheiro de reflexões! De repente, ele olha para um coração, delicadamente esculpido, que quase se esconde num cantinho, e um arrepio percorre todo seu corpo. Incrédulo, ele lê seu nome junto ao da esposa. Ah! Então ela nos gravou na memória da praça? Mas como nunca me contou? Quando será que fez isso? Ele se concentra, irrita-se em não ter ido ao oftalmologista para trocar os óculos, mas eis que seus olhos se enchem de lágrimas… a data esculpida na madeira é a mesma em que eles se conheceram há exatos 60 anos!
– Meu amigo, eu nem imaginava que você fosse tão antigo! Ahahaha… estou surpreso!
– Por que surpreso, meu bem?
– Você estava aí há muito tempo, querida?
– Não, cheguei agora, mas a tempo de ouvir sua exclamação!
– Desculpe, mas estou impressionado de você nunca ter me contado que esculpiu nossos nomes dentro de um lindo coraçãozinho… e no meu banco preferido!
– Todos temos nossos segredos… por acaso, você me conta todas as lembranças que têm durante suas reflexões diárias aqui na praça?
– Nada demais, reflexões de um velho que ama sua esposa e que adoraria saber que todos os dias senta em cima de nossa história!
– Ah, querido! Na verdade, adoro saber que o banco que escolhi marcar nosso encontro de almas foi o mesmo que escolheu para pensar na vida…
– Garota esperta, escolheu o cantinho mais bonito da praça e o banco mais paciente e bom ouvinte que conheço! Talvez ele seja assim porque sabe que faz parte de nossa história…
– Sim! Você também foi um garoto esperto em escolher este belo banco! Mas agora vamos para casa, acabei de assar a torta…
– Aquela que eu adoro?
– Exatamente! :)
*A foto que ilustra esta delicada crônica é de minha autoria e foi feita em uma visita que fiz à cidade de Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha. Um banco... um pássaro... em uma bela e inspiradora praça!
quinta-feira, 26 de março de 2026
Uma ilha e seus segredos
terça-feira, 24 de março de 2026
Uma delicada e reflexiva animação
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
Forte, sem perder a ternura
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| Ilustração: Hiro Kawahara |
E "cada vez que o mundo diz não", sigo em frente, tentando "manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo". Tudo é uma questão de equilíbrio.
Tá difícil? Sim, só eu sei o quanto, aliás, "cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é", por isso, concentro-me em realizar sonhos, fazendo tudo com amor e seguindo minha intuição.
Escrever me salva, me faz sonhar e encontrar caminhos. Afinal, é preciso caminhar... um passo de cada vez, com calma e direção! Viva nossos grandes Guilherme Arantes, Walter Franco e Caetano Veloso, que sempre me inspiram e temperam minha humilde crônica com seus belos versos! :)
* Agradeço ao querido Hiro Kawahara (@hirokawahara) pela doce ilustração, sua arte é sempre inspiradora! Obrigada pela gentileza e admirável talento!
sábado, 31 de janeiro de 2026
Uma bela homenagem
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
Primeiros passos de Saramago
Publicada em 2011, a obra é uma janela aberta pelo narrador para nos apresentar a rotina dos moradores de um pequeno prédio, em Lisboa, durante a primavera de 1952. Logo abrindo o primeiro capítulo, conhecemos Silvestre, o sábio sapateiro, e sua esposa Mariana, que mesmo depois de trinta anos de casados "amavam-se ternamente". São meus personagens preferidos pela leveza e postura, como diz o autor, "duas crianças, sem tirar nem pôr". E também pela profundidade das reflexões sobre a vida entre Silvestre e Abel, o jovem que aluga um quarto no apartamento do casal! Altas conversas, diálogos de mestre!
Admiro a genialidade de Samarago ao criar narrativas profundas, personagens bem construídos e, ao mesmo tempo, nos proporcionar momentos divertidos... bom-humor é tudo... rsrsrs... Como quando Anselmo, Rosália e a filha Maria Cláudia ouvem no rádio "o soluçar plangente e lastimoso do fado mais desabaladamente lancinante que jamais cantaram gargantas portuguesas"... pra completar, o autor comenta: "outro fado assim, e de três criaturas de saúde normal restariam três neuróticos"... ahahaha... adoro!
O autor detalha tão bem as características físicas e psicológicas dos personagens e seus desafios cotidianos que dá a impressão de conhecermos intimamente os moradores do prédio e até nos sentimos um deles!
"Claraboia" mostra um Saramago florescendo lindamente para a Literatura, com personagens cativantes e, acima de tudo, humanos, marca presente em toda sua obra. Ah! Já disse que o escritor português é um dos meus prediletos, ler seus livros é aconchego! Só pra registrar: ganhei este exemplar de presente de Natal do meu irmão Gerson e... adorei! Viva a literatura lusófona! Viva Saramago! :)
sábado, 24 de janeiro de 2026
Sempé e dois Patricks
Adoro o trecho em que a protagonista conta que tirar os óculos para dançar não a atrapalha em nada... ao que o pai responde: "Vai acontecer com você como aconteceu comigo quando eu era jovem... Quando você estiver sem óculos, os outros vão enxergar em seu olhar uma espécie de névoa e de doçura... A isso se dá o nome de charme..." Ah! Que meigo!
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| Sempé/Modiano Sempé/Süskind |
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
Um certo falso beato
O leitor acompanha as lembranças do protagonista desde quando perde os pais na infância e passa a morar com a tia rica, severa e, absolutamente, beata; passando por aventuras amorosas; até a viagem à Jerusalém, que provoca uma mudança em sua postura.
Sempre tentando agradar à tia, ele leva uma vida dupla se envolvendo em uma série de situações bizarras, divertidas e até emocionantes, mas sempre pensando em se tornar o herdeiro da fortuna de D. Patrocínio.
Sem contar detalhes, o que posso dizer é que o escritor português, mais uma vez, mostra todo seu talento criativo ao retratar/criticar a sociedade portuguesa da época e colocar em discussão a veracidade dos mitos religiosos.
Certamente, o que mais me surpreendeu foi quando Teodorico volta da viagem certo que vai abafar com a "relíquia" sagrada que dará à sua devota tia... confesso que ri alto da situação e da desfaçatez do protagonista!
Ah! A leitura é envolvente, nos faz refletir sobre a falta de limites da hipocrisia humana e sobre o fato de que colocar a mão na consciência, muitas vezes, pode mudar o rumo de uma vida, ainda que nosso Teodorico seja levemente incorrigível! Salve a genialidade do grande Eça de Queirós! Viva a Literatura clássica que tanto nos inspira! :)
sábado, 17 de janeiro de 2026
Celebrando a Cidade Luz
"Paris é uma festa", de Ernest Hemingway, é especialmente encantador por apresentar as experiências de um escritor em início de carreira e por ter como cenário Paris dos anos 1920!
Nada mais agradável para quem, como eu, gosta de escrever e já teve o prazer de visitar a adorável Cidade Luz do que ler uma narrativa leve, irônica, amorosa sobre a agitada vida na capital francesa, seus escritores e artistas, as pessoas comuns, seus cafés, suas charmosas ruas, enfim, uma festa a cada página... ops... a cada esquina!
Já no primeiro capítulo, Hemingway me conquista quando fala sobre um "bom café" que conhecia na Place Saint-Michel. "Era um café agradável, quente, limpo e acolhedor. Pendurei minha velha capa no cabide para secar, coloquei meu surrado e desbotado chapéu de feltro na prateleira que ficava por cima dos bancos e pedi um café au lait. O garçom trouxe-o e eu tirei do bolso do paletó o caderno de notas, um lápis, e comecei a escrever." Ah! Esse trecho é identificação imediata! Sempre gostei de ir às cafeterias com meus bloquinhos e já escrevi algumas crônicas, contos e trechos de livros nesse ambiente! Adoro... é inspirador!
Naquele tempo, ele não tinha dinheiro para comprar livros, mas os alugava na Shakespeare and Company, biblioteca e livraria de Sylvia Beach, figura cordial e amável, que deixou Hemingway pagar pelo empréstimo dos livros quando tivesse dinheiro. Generosidade é tudo! E assim ele conseguia ler com frequência, alías, necessidade básica de qualquer autor!
Na luta para ser um bom escritor e, ao mesmo tempo, ser fiel a si próprio, Hemingway narra a dificuldade financeira pontuada pela sensibilidade, crueza e ironia. Em dias em que, pela falta de dinheiro, era difícil até se alimentar, o autor nos envolve em uma narrativa rica e emocionante pelas ruas da cidade. "Se você não se alimentasse bem em Paris, tinha sempre uma fome mortal, pois todas as padarias exibiam coisas maravilhosas em suas vitrinas, e muitas pessoas comiam ao ar livre, em mesas na calçada, de modo que por toda parte se via comida ou se sentia o seu cheiro."
Outra situação com a qual me identifiquei bastante... rsrsrs... é quando ele reclama que está escrevendo concentrado, com a inspiração nível alto, e chega alguém para atrapalhar... "Era nesses momentos que um intruso poderia estragar tudo... Lá se ia embora a minha sorte, e o melhor era fechar o caderno. Nada pior do que isso." Pois é, também já me sentei em um café para escrever sozinha no meu canto e tive o desprazer de ser achada por esse tipo de ser humano... é de lascar! Também concordo com Hem (é tanta identificação que já tô íntima do colega... rsrsrs...) quando ele diz: "A única coisa capaz de nos estragar o dia eram pessoas, mas, se se pudesse evitar encontros, os dias não tinham limites. As pessoas eram sempre limitadoras da felicidade, exceto aquelas poucas que eram tão boas quanto a própria primavera." Assino embaixo!
Ah! O livro é uma festa! Poderia ficar aqui falando por parágrafos e mais parágrafos sobre a relação de amor e companheirismo dele com a esposa, Hadley; os vários amigos anônimos e famosos com quem viveu inúmeras situações, como o talentoso e perturbado escritor Scott Fitzgerald... mas preferi ressaltar os momentos em que Hem inspirou e até incentivou a Gi escritora e sua necessidade básica de escrever histórias! Viva Paris! Salve Hemingway! :)
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
Frutas temperamentais
– Precisamos falar sobre bananas!
– Claro! Você pensou que seria sobre o quê?
– Sei lá! Tô aqui concentrado calculando se o armarinho que compramos vai caber no...
– ... alto lá! Nós compramos, não! Você comprou! Eu disse que tinha que medir antes.
– Tá bom, armário que eu comprei! Mas você não pode negar que se encantou quando nos deparamos com ele na loja!
– Erro meu! Devia ter disfarçado o encantamento...
– Ahahaha! Agora, chega de cálculos! Sobre o que precisamos conversar?
– Sobre a pressa que as queridas bananas têm de amadurecer de uma hora pra outra... parece coisa de superpoder!
– Ahahaha! Desculpe pela risada, sei que o tema é sensível... mas a rapidez com que elas amadurecem realmente é digna do Flash!
– Ahahaha... bobo! Isso não é pra rir. Lembra o que aconteceu na semana passada? Compramos meia dúzia amarelinhas bem firmes, mas bastou uma noite na fruteira pra ficarem moles, quase podres!
– Sim... fiquei chateado porque elas acabaram com meu café da manhã... estavam pra lá de Bagdá!
– Porém, como não me dou por vencida, esta semana, lancei mão de outra estratégia: comprei meia dúzia amarela, mas ainda durinhas, e meia dúzia absolutamente verde! E mais do que isso, enquanto arrumava na fruteira, pedi encarecidamente para que não inventassem de amadurecer todas juntas!
– Bem que tive a impressão de ouvir você implorando alguma coisa na cozinha... ahahaha...
– Ria, insensível! As bananas precisam ser estudadas... sinceramente, elas parecem rir da cara da gente, podem estar verdes feito o Hulk...
– Ahahaha... pra continuar no tema super-heróis... você é incrível, amor!
– Engraçadinho... como eu ia dizendo, elas podem estar verdes feito o Hulk na gôndola do supermercado ou na feira, basta chegar em casa e, em poucas horas, amolecem como marias-moles! Desaforadas!
– Ahahaha... o que eu digo agora?
– Não precisa dizer nada, querido! Apenas compartilhe de minha indignação!
– Compartilho inteiramente! Às vezes, dá vontade de parar de comprar bananas... dar um tempo, mas é que quando ela tá molinha você faz um bolo tão gostoso!
– Obrigada! Sinceramente, prefiro a opção de dar um tempo, porque toda hora fazer bolo de banana está ficando inviável!
– Ah! A gente congela!
– Acho que deve ser mais fácil conseguir uma licença pra vender na rua do que arrumar lugar no freezer pra quantidade de bolo que tenho feito! A gente não come mais a fruta in natura, só em forma de bolo...
– Calma, amor!
– Por acaso, quando foi a última vez que você comeu uma banana, querido?
– É verdade, nem lembro mais...
– Tô falando! Outro que me irrita é o abacate!
– Esse é difícil... a gente compra maduro e quando corta, é só machucado!
– E se quiser companhia, compre um abacate bem verde, duro mesmo... ele vai ficar na sua fruteira intacto por décadas!
– E, muitas vezes, pulando etapas... de verde direto pra podre!
– Ainda assim, continuo achando as bananas mais atrevidas!
– Ahahaha... imagina se tivessem olhos!
– Na minha imaginação, elas têm olhos, daqueles que julgam a gente...ahahaha...
– Ahahaha... olhos blasé...
– Falando assim parece que a gente tá exagerando, mas acho que até nossa fruteira tá ficando traumatizada!
– Ahahaha... será que vamos ter que conversar com ela, querida?
– Ah! Você que converse com a fruteira, já cansei de conversar com as bananas sem resultado!
– Acho que a gente precisa viajar um pouco, espairecer... vamos pesquisar destinos inusitados?
– Uau! Já esqueci as frutas!
– Ahahaha... não fale assim, precisamos delas!
– Tô brincando, você sabe que amo bananas, abacates e afins.
– A única coisa que sei é que a gente se ama! O resto é salada de fruta...
– Que poético! :)
sábado, 10 de janeiro de 2026
Memórias peregrinas
Já disse em postagens anteriores que gosto muito da forma como o autor nos envolve em seus enredos profundos, mas confesso que, no caso dessa obra, o que mais gostei foi o prólogo, talvez porque me arrisco a escrever e tomei suas palavras como ensinamentos de um mestre!
Vencendo as incertezas, os contos, finalmente, foram reescritos. "A escrita tornou-se então fluida, e tanto que às vezes me sentia escrevendo pelo puro prazer de narrar, que é talvez o estado humano que mais se parece à levitação"... Ah! Concordo muito!
Adoro este trecho que mostra bem o tempero do querido Gabo... rsrsrs: "Sempre acreditei que toda versão de um conto é melhor que a anterior. Como saber então qual deve ser a última? É um segredo do ofício que não obedece às leis da inteligência mas à magia dos instintos, como a cozinheira que sabe quando a sopa está no ponto."
A experiência de ler o autor colombiano é sempre marcante... personagens humanos e surpreendentes, ora pela simplicidade, ora pelo extraordinário! Viva Gabo! Viva os contos, esses pequenos notáveis da Literatura! :)






















